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Recomendações para o combate da medicalização nos serviços de educação e saúde

Como o tema central "Igualdade nas diferenças: enfrentamentos na construção compartilhada do bem viver e o SUS",o 8º Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde, da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO), ocorreu entre os dias 26 e 30 de setembro de 2019, na Universidade Federal da Paraíba em João Pessoa/PB. A programação do pré-congresso, no dia 26 de setembro, incluiu a oficina “Recomendações para o Combate da Medicalização nos Serviços de Educação e Saúde”, conduzida pelo antropólogo Rui Harayama, membro do Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade.

A oficina teve por objetivo promover a ampliação do debate para representantes de movimentos sociais e gestores da saúde e da educação.Os participantes puderam compreender o fenômeno da medicalização e como ele pode ser combatido a partir da discussão intersetorial. Como base para o debate, foram utilizados dois instrumentos de combate à medicalização nos serviços de educação e saúde: A cartilha “Medicalização da Vida: recomendações e estratégias”, do Comitê Nacional para Promoção do Uso Racional de Medicamentos (CNPURM) e as “Recomendações de práticas não medicalizantes para profissionais e serviços de educação e saúde” do Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade.

A Oficina representou momento propício para mobilizar os profissionais de saúde para o VII Congresso Brasileiro sobre o Uso Racional de Medicamentos, que ocorrerá nos dias 10, 11 e 12 de dezembro de 2019, em Brasília-DF. 

 


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